Uma operação conjunta realizada na manhã deste domingo resultou na apreensão de 350 quilos de substâncias ilícitas com características de cloridrato de cocaína no Porto de Santos, em São Paulo. A ação contou com a participação da Marinha do Brasil, Polícia Federal, Receita Federal, além do Grupamento de Patrulha Naval do Sul-Sudeste, do 4º Batalhão de Operações Litorâneas de Fuzileiros Navais e da Guarda Portuária.
Segundo informações divulgadas pela Marinha, mergulhadores da Força Naval e da Polícia Federal localizaram o entorpecente escondido no casco do navio mercante “Green K-Max 1”, que estava atracado no Porto de Santos. A embarcação tinha como próximo destino a Polônia.
A apreensão foi realizada antes da saída do navio, impedindo que a carga ilícita deixasse o território brasileiro. Todo o material recolhido foi encaminhado à Polícia Federal, responsável pelos procedimentos legais e pela continuidade das investigações.
De acordo com a Marinha do Brasil, o uso frequente de navios mercantes por organizações criminosas para o transporte internacional de drogas reforça a necessidade de operações integradas entre forças de segurança e órgãos de fiscalização.
A instituição destacou ainda que permanece em estado permanente de prontidão, atuando de maneira coordenada com os demais órgãos governamentais para combater crimes no Porto de Santos, considerado o maior complexo portuário do Hemisfério Sul.
- Apreensão de Drogas: localizaram e retiraram cerca de 340 kg de cocaína que estavam escondidos em um compartimento submerso no casco do navio.
- Modus Operandi: Traficantes utilizam mergulhadores para fixar os tabletes de drogas na parte externa submersa das embarcações, tentando enviar o material para o exterior sem passar pela inspeção de contêineres.
- Destino da Embarcação: O navio onde a droga foi encontrada tinha como destino final a Europa, especificamente a Polônia.
- Operação de Fiscalização: A ação ocorreu durante inspeções subaquáticas de rotina e patrulhamentos do canal portuário, envolvendo também a Receita Federal e a Guarda Portuária