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Colisão de Helicópteros no Rio de Janeiro gera comentarios sobre corte de verbas feitas para ANAC
Por Agostinho Alcântara
Publicado em 16/06/2026 20:32
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O Acidente Na manhã de domingo, 14 de junho, dois helicópteros colidiram no ar e caíram no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. O desastre ocorreu em um terreno de uma igreja abandonada que estava locado pela montadora BYD. Uma das aeronaves, um Eurocopter AS 350 B2 (Esquilo), explodiu ao atingir o solo, provocando incêndios e explosões secundárias em veículos elétricos estacionados. A outra aeronave, um Bell 206B, caiu invertida, mas não pegou fogo.

 

As Vítimas O acidente resultou em seis mortes. Entre os ocupantes do helicóptero Esquilo (PP-MAC) estavam personalidades de destaque internacional:

  • Oliver Tree: Cantor e produtor musical norte-americano.
  • Gaspi (Gaspar Prim): YouTuber argentino de grande alcance.
  • Lucas Frota: DJ e produtor brasileiro radicado nos EUA.
  • Lucas Vignale: Diretor de videoclipes argentino.
  • Alexandre Souza: Piloto da aeronave.
 

No segundo helicóptero (PR-DJJ), a vítima foi o piloto Charles Marsillac, que estava sozinho na aeronave.

 

Investigação e Dados Técnicos As causas da colisão ainda são desconhecidas. O Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) e a Anac iniciaram os protocolos de perícia e verificação da situação legal das aeronaves e dos pilotos.

 

Estatísticas apontam que colisões no ar são extremamente raras na aviação brasileira, com apenas cinco registros desse tipo desde 2016. Informações da Anac revelam que o proprietário de uma das aeronaves envolvidas já possuía histórico de autuação por obstrução de fiscalização em 2025.

 

 

Resumindo Uma rara colisão aérea entre dois helicópteros no Rio de Janeiro causou a morte de seis pessoas, incluindo o músico Oliver Tree e o youtuber Gaspi. O impacto em um pátio da BYD gerou explosões em veículos elétricos, e as autoridades (Cenipa e Anac) agora investigam as causas e a regularidade das operações.

 

Próximos Passos

  • Aguardar o relatório preliminar do Seripa 3/Cenipa sobre a dinâmica da colisão.
  • Consultar a plataforma Voe Seguro da Anac para verificar a regularidade de aeronaves em voos de aviação geral.
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