A operação militar americana na Venezuela foi o desfecho de uma campanha de meses da administração Trump, para prender o ditador da Venezuela Nicolas Maduro. Tanto nos EUA, como em vários países democráticos, a intervenção militar gerou muita comemoração pela queda de Maduro.
Apesar de alguns veiculos de comunicação pró-esquerda, anunciarem que o ataque foi "contra a Venezuela", a imprensa livre e democrática internacional entendeu que se trata de um ataque pontual e cirúrgico contra uma "organização criminosa", liderada por Maduro, que a décadas vinha afetando os EUA os Estados Unidos e a Europa.
A operação do exército americano, levou apenas 2hs e 20minutos, onde além de Maduro, sua esposa Cilia Flores, foram capturados. O general Dan Caine, presidente do Estado-Maior Conjunto, disse que Trump ordenou a operação na noite de sexta-feira. A missão envolveu 150 aeronaves que neutralizaram as defesas aéreas venezuelanas para que helicópteros militares pudessem levar tropas a Caracas.
Segundo Trump, as forças americanas enfrentaram resistência significativa. A exemplo do que ocorreu no Rio de Janeiro, na operação policial contra o narcotráfico, ativistas da extrema esquerda reprovaram o ataque americano e disseram que só civis foram mortos, o que é desmentido por observadores, que elogiaram a técnica e alta capacidade militar na operação, que preliminarmente diz que foram feridos alguns membros da defesa do ditador.
Enquanto milhares de venezuelanos, em várias partes do mundo, comemoraram a ação e entenderam como um importante passo para o resgate da Venezuela, nos EUA um pequeno grupo esquerdista protestou na rua.