Aqui vai um resumo estruturado do que você trouxe, já com os principais pontos destacados da crise da COP30 em Belém:
⚖️ Contexto da crise
- Tema central: preços abusivos das hospedagens e baixa oferta de acomodações em Belém (PA), sede da COP30 (2025).
- Cenário atual: delegações internacionais consideram inviável participar, especialmente países em desenvolvimento, devido ao custo e à logística.
️ Reunião na ONU
- Realizada em 22 de agosto (sexta-feira), foi a 3ª vez que o Brasil prestou esclarecimentos às delegações.
- O governo brasileiro:
- Disse que não pode subsidiar hospedagens.
- Reafirmou que a COP30 será em Belém, sem mudança de sede.
- Anunciou a criação de uma força-tarefa para apoiar delegações na busca de acomodações mais acessíveis.
Reação do Panamá
- Juan (João) Carlos Monterrey, representante do Panamá e presidente do Bureau da COP, publicou sua fala nas redes sociais.
- Principais críticas:
- As demandas de todos os países “parecem entrar por um ouvido e sair pelo outro”.
- Descreveu as reuniões como uma “realidade paralela”, com tempo desperdiçado.
- Disse que os representantes estão sendo “feitos de tolos”.
- Pediu à ONU que apoie um pedido formal de mudança de sede da COP30.
- Preços das hospedagens
- Apuração do g1:
- Grande parte das acomodações disponíveis não está na rede hoteleira, mas em casas de família.
- Valores a partir de US$ 350 (≈ R$ 1,9 mil) por noite.
- Alguns relatos anteriores indicam preços que chegam a milhares de dólares, reforçando a percepção de abuso.
Impacto na participação
- Menos da metade dos países confirmaram presença até agora:
- Risco de exclusão de diversas delegações e ONGs, o que compromete o caráter multilateral do evento.
Esse movimento do Panamá marca uma escalada diplomática, porque deixa o tom das críticas muito mais público e direto contra o Brasil, elevando a pressão para que o governo encontre soluções rápidas e convincentes.