A classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos marca uma mudança drástica na segurança internacional, elevando essas facções ao mesmo nível de vigilância de grupos como a Al-Qaeda. Com essa medida, Washington passa a tratar o crime organizado brasileiro como uma ameaça direta à sua segurança nacional, permitindo que agências como a CIA e o FBI atuem de forma mais agressiva no monitoramento de redes e fluxos financeiros globais. Na prática, isso significa que qualquer ativo ou conta bancária ligada a esses grupos pode ser congelado se passar pelo sistema financeiro americano, isolando as facções do mercado bancário internacional. No Brasil, a decisão gerou uma crise diplomática imediata, com o governo Lula rejeitando a medida por considerá-la uma interferência indevida na soberania nacional. Enquanto especialistas apontam que a nova classificação asfixia o poder financeiro do crime, o país agora enfrenta a pressão de ajustar sua própria legislação interna para lidar com essa nova realidade imposta pelo cenário global.
Resumindo, os EUA agora tratam o PCC e o CV como terroristas, permitindo sanções financeiras severas e maior atuação de agências de inteligência, o que gerou forte resistência diplomática do governo brasileiro por questões de soberania.
Por outro lado, o Governo Federal e o presidente Lula tem reprovado tais medidas e demonstrado publicamente seu descontentamento, como em um de seus pronunciamentos usou a expressão "nossos criminosos", o que gerou revolta e comentarios de todos os setores da sociedade, inclusive de jornalistas que disseram que esses criminosos não so do povo e sim de Lula. A frase "nossos não, seus Lula" viralizou nas redes sociais no Brasil e no mundo.