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Por ter demorado comprar vacina, Lula desperdiçou 260 milhões
Por Agostinho Alcântara
Publicado em 04/05/2026 18:49
Politica

O parecer técnico do TCU responsabilizou primordialmente a morosidade na oficialização do contrato, ainda que pondere o contexto prudente devido ao perigo de acúmulo de suprimentos volumosos e sem chance de substituição. A pasta alega que o cenário acarretou dificuldades no controle de provisões e que intensificou as orientações da Organização Mundial da Saúde, além de salientar dúvidas sobre a procura e as mutações do vírus. Os analistas, contudo, sinalizam que o próprio ministério já antecipava uma pequena procura pela imunização. O episódio continua sob investigação, com o tribunal exigindo esclarecimentos de antigos responsáveis pelo setor de aquisições. O órgão examina eventuais equívocos na execução do trâmite, mas, no momento, compreende que o extravio das doses resultou de diversos elementos e ainda não definiu a devolução de valores.

 

Uma fiscalização do Tribunal de Contas da União (TCU) indica que a tardança do Ministério da Saúde na aquisição de imunizantes contra a Covid-19 colaborou para a perda de ao menos R$ 260 milhões em unidades da Coronavac. Obtidas em 2023, na gestão Lula (PT), após um trâmite que se estendeu por mais de sete meses, as vacinas foram entregues com prazo de expiração próximo. Somado a isso, o período era de reduzido uso no SUS. Das 10 milhões de unidades totais providenciadas, aproximadamente 8 milhões sequer foram partilhadas e acabaram eliminadas após o prazo.

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